SWORDS AND WIZARDS - DUNGEONS DRAGONS

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scooby-doo-misterio:

LA MOSQUETERA – La conjura

Aparecido en el tebeo ODEON EXTRA,  nº 2  (1983)

— 1 year ago with 5 notes
E se Star Wars fosse fosse filmado em ordem cronológica?

Muitos daqueles que resolvem ver Star Wars pela primeira vez se confrontam com uma dúvida peculiar: em que ordem assistir, a cronológica – que obedece a linha do tempo dos acontecimentos – ou a do lançamento – que começou contando os fatos ocorridos a partir do episódio IV?
Quando George Lucas escreveu a saga, inverteu propositalmente a ordem dos episódios finais da série. Rodou Uma Nova Esperança (que na época não tinha este subtítulo, era apenas Star Wars) sem explicar muito daquele universo que tinha criado, pensou apenas um esboço do que teria acontecido e deixou para inventar o resto depois. Conseguiu com isso dar um efeito ao seu roteiro que acabou se mostrando muito importante para o desenvolvimento do enredo, criando uma espécie de final retroativo em flashback: uma técnica ousada. Se a série tivesse permanecido linear, as modificações nos mistérios da trama, na magia criada pelo mito e principalmente, no envolvimento do público com os filmes tornariam a história completamente diferente do que conhecemos hoje.
Os episódios I, II e III são explicativos. Eles resolvem os mistérios deixados pela trilogia original, que não seriam mistérios se as explicações já fossem de conhecimento do público. Não existiriam mais revelações bombásticas como o fato de Luke e Léia serem irmãos, além de estragar completamente o diálogo mais famoso da saga: “No, I am your father”. Assim, tudo isso abriria espaço para que perguntas não respondidas nos episódios finais fossem reveladas de antemão: como o Império derrubou a República, como os Jedi foram extintos e porquê Léia é uma princesa.
A Ameaça Fantasma, o início da história a ser contado primeiro, não faria nem de longe o mesmo sucesso que o episódio IV. O roteiro da saga era desacreditado na época, ao ser rejeitado pela Universal e pela United Artists. Embora tivesse sido aceito pela Fox, a princípio o estúdio conseguiu distribuí-lo em apenas 40 salas em todo o país. Se não fosse tão bem sucedido, como o episódio I provavelmente não seria, o resto da série não teria o respaldo para ser filmado e a trilogia clássica que tanto amamos nem existiria.
Na hipótese de se completar a saga, apesar de estragadas as surpresas que conhecemos hoje, outras seriam criadas. Descobrir que o chanceler Palpatine é na verdade o Lord Sith seria uma revelação e tanto. Mas como surpresas nem sempre são agradáveis, a passagem de Anakin para o Lado Negro, a maior delas, certamente causaria revolta. E isto se deve ao simples motivo de que de certa maneira, os filmes narram a história do Skywalker pai desde a infância em Tatooine até a morte. Para quem assistisse aos primeiros episódios desconhecendo o que viria a seguir, Anakin seria uma espécie de protagonista. A partir daí, qual não seria a reação dos fãs que a série ocasionalmente conquistasse (e que certamente tomariam por herói seu protagonista) quando descobrissem que ele se junta ao Lado Negro da Força e se torna o principal vilão da história? Enquanto seu filho, um personagem novo, com quem ninguém teve a menor empatia se torna o novo “herói”?
Uma quebra de enredo como esta frustraria o público de tal maneira que certamente não seria uma decisão sábia dos produtores dar tal destino ao roteiro. Em consequência, Darth Vader, personagem crucial da saga, provavelmente nem existiria! E Star Wars sem Vader é… bem, não é Star Wars.

E se Star Wars fosse fosse filmado em ordem cronológica?

Muitos daqueles que resolvem ver Star Wars pela primeira vez se confrontam com uma dúvida peculiar: em que ordem assistir, a cronológica – que obedece a linha do tempo dos acontecimentos – ou a do lançamento – que começou contando os fatos ocorridos a partir do episódio IV?

Quando George Lucas escreveu a saga, inverteu propositalmente a ordem dos episódios finais da série. Rodou Uma Nova Esperança (que na época não tinha este subtítulo, era apenas Star Wars) sem explicar muito daquele universo que tinha criado, pensou apenas um esboço do que teria acontecido e deixou para inventar o resto depois. Conseguiu com isso dar um efeito ao seu roteiro que acabou se mostrando muito importante para o desenvolvimento do enredo, criando uma espécie de final retroativo em flashback: uma técnica ousada. Se a série tivesse permanecido linear, as modificações nos mistérios da trama, na magia criada pelo mito e principalmente, no envolvimento do público com os filmes tornariam a história completamente diferente do que conhecemos hoje.

Os episódios I, II e III são explicativos. Eles resolvem os mistérios deixados pela trilogia original, que não seriam mistérios se as explicações já fossem de conhecimento do público. Não existiriam mais revelações bombásticas como o fato de Luke e Léia serem irmãos, além de estragar completamente o diálogo mais famoso da saga: “No, I am your father”. Assim, tudo isso abriria espaço para que perguntas não respondidas nos episódios finais fossem reveladas de antemão: como o Império derrubou a República, como os Jedi foram extintos e porquê Léia é uma princesa.

A Ameaça Fantasma, o início da história a ser contado primeiro, não faria nem de longe o mesmo sucesso que o episódio IV. O roteiro da saga era desacreditado na época, ao ser rejeitado pela Universal e pela United Artists. Embora tivesse sido aceito pela Fox, a princípio o estúdio conseguiu distribuí-lo em apenas 40 salas em todo o país. Se não fosse tão bem sucedido, como o episódio I provavelmente não seria, o resto da série não teria o respaldo para ser filmado e a trilogia clássica que tanto amamos nem existiria.

Na hipótese de se completar a saga, apesar de estragadas as surpresas que conhecemos hoje, outras seriam criadas. Descobrir que o chanceler Palpatine é na verdade o Lord Sith seria uma revelação e tanto. Mas como surpresas nem sempre são agradáveis, a passagem de Anakin para o Lado Negro, a maior delas, certamente causaria revolta. E isto se deve ao simples motivo de que de certa maneira, os filmes narram a história do Skywalker pai desde a infância em Tatooine até a morte. Para quem assistisse aos primeiros episódios desconhecendo o que viria a seguir, Anakin seria uma espécie de protagonista. A partir daí, qual não seria a reação dos fãs que a série ocasionalmente conquistasse (e que certamente tomariam por herói seu protagonista) quando descobrissem que ele se junta ao Lado Negro da Força e se torna o principal vilão da história? Enquanto seu filho, um personagem novo, com quem ninguém teve a menor empatia se torna o novo “herói”?

Uma quebra de enredo como esta frustraria o público de tal maneira que certamente não seria uma decisão sábia dos produtores dar tal destino ao roteiro. Em consequência, Darth Vader, personagem crucial da saga, provavelmente nem existiria! E Star Wars sem Vader é… bem, não é Star Wars.

— 1 year ago
#star wars  #Darth Vader 

wizards eleanor

— 1 year ago with 2 notes

Fire and Ice


Fire and Ice é um longa-metragem em animação criada em 1983 por Ralph Bakshi e Frank Frazetta. O filme foi feito com rotoscopia; narra sobre o reino gelado do tirano Nekron, que assola uma região habitada por humanos ao fim da Idade do Gelo.
Fire and Ice

Fire and Ice é um longa-metragem em animação criada em 1983 por Ralph Bakshi e Frank Frazetta. O filme foi feito com rotoscopia; narra sobre o reino gelado do tirano Nekron, que assola uma região habitada por humanos ao fim da Idade do Gelo.

— 1 year ago with 3 notes
O Dia da Desforra (The Big Gundown, 1966)


SinopseNo Spaghetti Western destacaram-se três grandes “Sergios”: Sergio Leone, Sergio Corbucci e o não menos genial e provocador Sergio Sollima. Em 1966 quando realizou LA RESA DEI CONTI (um ano antes de Face a Face), Sollima inseriu inovações ao abordar temas políticos e também ao inserir novas formas de duelo neste filme. Ambos os fatores são marcados, por vezes expostos, por vezes mais subliminares pelo paradigma da fronteira e sua influência nos indivíduos.O personagem Corbett (Lee Van Cleef) nos é apresentado primeiro no meio político e burguês para depois ser inserido no “oeste”. Um poderoso capitalista oferece apoio a Corbett para sua candidatura ao Senado em troca da captura do mexicano Cuchillo Sanchez (Tomas Milian) que pode ameaçar seus planos de construir uma ferrovia ligando o México ao Estados Unidos. A ferrovia visto como elemento de expansão da fronteira, elemento chave e norteador de Era uma vez no oeste fica em segundo plano em LA RESA DEI CONTI para ressaltar como a fronteira influencia o meio social e a constituição do comportamento dos indivíduos. Logo no início do filme, quando os capitalistas fazem o acordo com Corbett, eles se referem ao mexicano como um vagabundo ao qual só sentem desprezo. O poder dessas pessoas fica destacado quando eles entregam a estrela de xerife a Corbett. Num lugar longínquo o Estado se subtrai ante o personalismo de certos indivíduos que se adaptam ao meio e ao “sistema” que este impõe. E para acentuar ainda mais as diferenças, Sollima transpõe seu olhar do ambiente burguês para um povoado mexicano, destacando as diferentes condições de vida. Mesmo quando não visualizamos o personagem Cuchillo Sanchez, fica apontada sua esperteza ante um formalismo do americano e quando visualizamos o mexicano temos sua risada estridente e um tom caricatural. Uma clara diferenciação que traz a ambigüidade presente na fronteira: um tom pejorativo e certa elegia ao elemento que fica “do outro lado”. Esta ambigüidade também se faz presente pelo caráter europeu dos realizadores do filme, que traz a necessidade de olhar e resgatar os elementos do Terceiro Mundo e refletir sobre o processo de descolonização e a atuação da Europa nos séculos precedentes. Uma crítica também se faz presente, pois o personagem europeu do filme, um Barão, se alia com os americanos e apresenta uma postura fria e elitizada que o diferencia das culturas americana e mexicana.Nesta relação de dois mundos entrelaçados fica destacada a atitude impositiva e expansionista americana, quando Corbett prestes a entrar em solo mexicano diz que “- o que vale é a lei de seu país”, mas é avisado que se atravessar a fronteira a questão se transforma em um assunto pessoal. Para Corbett, Cuchillo é um assassino que deve ser enquadrado no seu mundo e ele não consegue perceber e aceitar a diferença cultural. Isto é destacado quando na prisão Cuchillo canta a mesma música que o guarda (uma pequena, mas peculiar participação do grande Fernando Sancho) e apesar de estar preso como Corbett, a identidade cultural é diferenciada, bem como sua forma de atuação naquela situação.Contudo, a fronteira não deixa de modificar o próprio Corbett, quando ele rouba o cavalo de uma família agredindo um homem. Temos uma modificação dos traços individuais e também coletivos, pois os poderosos mobilizam o “seu exército” para perseguir Cuchillo Sanchez. Novamente o Estado e as instituições não se fazem presentes.Sollima insere um tom mais bizarro nas cenas em que Cuchillo se esconde numa fazenda dominada por uma mulher autoritária e sadomasoquista. Com os agitados anos 1960 e a Revolução feminina, a personagem de Nieves Navarro exprime a revolta e o enfrentamento do mundo masculino, mas o filme aponta o despreparo para essa autonomia, quando ela pede a Corbett que não a deixe sozinha. Devemos destacar a inserção da história no século XIX, mas não podemos esquecer da possibilidade do viés masculino ainda predominante e uma possível reação apontada pelas lentes de Sollima. O filme apresenta dois duelos peculiares para um Spaghetti: quando Cuchillo enfrenta um touro e quando embate-se com os americanos onde ele não usa armasn de fogo, mas uma faca. Quando Corbett descobre que a morte de Cuchillo era desejada por que ele assumiu a culpa pela violação de uma menina para encobrir o genro do poderoso capitalista, Corbett dá a esse a chance de enfrentar seus algozes. Numa cena memorável, Cuchillo caminha pelas montanhas e emerge “do deserto”, onde os ângulos dão uma supra-dimensão ao mexicano, mas também mostra a grandeza do ambiente e a pequenez do ser humano. Duas dimensões que se imbricam, como a relação entre Cuchillo e Corbett, mas entre esses os caminhos a seguir são diferentes e ainda não conseguem se encontrar.ElencoLee Van Cleef … Jonathan CorbettTomas Milian … Cuchillo SanchezLuisa Rivelli … Prostitute of Willow Creek CityFernando Sancho… Capt. SeguraNieves Navarro… The widowRoberto Camardiel… Jellicol (as Robert Camardiel)Tom Felleghy … Father of Chet MillerBenito Stefanelli… Widow’s rancheroWalter Barnes … BrokstonGérard Herter … Baron von SchulenbergLanfranco Ceccarelli… Jack (as Lanfranco Ceccarelli)María Granada … Rosita, Cuchillo’s wifeNello Pazzafini … OutlawSpartaco Conversi… Under-gaolerRomano Puppo … Widow’s rancheroFicha TécnicaDirector:Sergio SollimaEscritores:Sergio Donati, Sergio SollimaRelease Data:29 Novembro 1966 (Espanha)Genero:Western

O Dia da Desforra (The Big Gundown, 1966)

Sinopse
No Spaghetti Western destacaram-se três grandes “Sergios”: Sergio Leone, Sergio Corbucci e o não menos genial e provocador Sergio Sollima. Em 1966 quando realizou LA RESA DEI CONTI (um ano antes de Face a Face), Sollima inseriu inovações ao abordar temas políticos e também ao inserir novas formas de duelo neste filme. Ambos os fatores são marcados, por vezes expostos, por vezes mais subliminares pelo paradigma da fronteira e sua influência nos indivíduos.
O personagem Corbett (Lee Van Cleef) nos é apresentado primeiro no meio político e burguês para depois ser inserido no “oeste”. Um poderoso capitalista oferece apoio a Corbett para sua candidatura ao Senado em troca da captura do mexicano Cuchillo Sanchez (Tomas Milian) que pode ameaçar seus planos de construir uma ferrovia ligando o México ao Estados Unidos. A ferrovia visto como elemento de expansão da fronteira, elemento chave e norteador de Era uma vez no oeste fica em segundo plano em LA RESA DEI CONTI para ressaltar como a fronteira influencia o meio social e a constituição do comportamento dos indivíduos. Logo no início do filme, quando os capitalistas fazem o acordo com Corbett, eles se referem ao mexicano como um vagabundo ao qual só sentem desprezo. O poder dessas pessoas fica destacado quando eles entregam a estrela de xerife a Corbett. Num lugar longínquo o Estado se subtrai ante o personalismo de certos indivíduos que se adaptam ao meio e ao “sistema” que este impõe. E para acentuar ainda mais as diferenças, Sollima transpõe seu olhar do ambiente burguês para um povoado mexicano, destacando as diferentes condições de vida. Mesmo quando não visualizamos o personagem Cuchillo Sanchez, fica apontada sua esperteza ante um formalismo do americano e quando visualizamos o mexicano temos sua risada estridente e um tom caricatural. Uma clara diferenciação que traz a ambigüidade presente na fronteira: um tom pejorativo e certa elegia ao elemento que fica “do outro lado”. Esta ambigüidade também se faz presente pelo caráter europeu dos realizadores do filme, que traz a necessidade de olhar e resgatar os elementos do Terceiro Mundo e refletir sobre o processo de descolonização e a atuação da Europa nos séculos precedentes. Uma crítica também se faz presente, pois o personagem europeu do filme, um Barão, se alia com os americanos e apresenta uma postura fria e elitizada que o diferencia das culturas americana e mexicana.
Nesta relação de dois mundos entrelaçados fica destacada a atitude impositiva e expansionista americana, quando Corbett prestes a entrar em solo mexicano diz que “- o que vale é a lei de seu país”, mas é avisado que se atravessar a fronteira a questão se transforma em um assunto pessoal. Para Corbett, Cuchillo é um assassino que deve ser enquadrado no seu mundo e ele não consegue perceber e aceitar a diferença cultural. Isto é destacado quando na prisão Cuchillo canta a mesma música que o guarda (uma pequena, mas peculiar participação do grande Fernando Sancho) e apesar de estar preso como Corbett, a identidade cultural é diferenciada, bem como sua forma de atuação naquela situação.
Contudo, a fronteira não deixa de modificar o próprio Corbett, quando ele rouba o cavalo de uma família agredindo um homem. Temos uma modificação dos traços individuais e também coletivos, pois os poderosos mobilizam o “seu exército” para perseguir Cuchillo Sanchez. Novamente o Estado e as instituições não se fazem presentes.
Sollima insere um tom mais bizarro nas cenas em que Cuchillo se esconde numa fazenda dominada por uma mulher autoritária e sadomasoquista. Com os agitados anos 1960 e a Revolução feminina, a personagem de Nieves Navarro exprime a revolta e o enfrentamento do mundo masculino, mas o filme aponta o despreparo para essa autonomia, quando ela pede a Corbett que não a deixe sozinha. Devemos destacar a inserção da história no século XIX, mas não podemos esquecer da possibilidade do viés masculino ainda predominante e uma possível reação apontada pelas lentes de Sollima. O filme apresenta dois duelos peculiares para um Spaghetti: quando Cuchillo enfrenta um touro e quando embate-se com os americanos onde ele não usa armasn de fogo, mas uma faca. Quando Corbett descobre que a morte de Cuchillo era desejada por que ele assumiu a culpa pela violação de uma menina para encobrir o genro do poderoso capitalista, Corbett dá a esse a chance de enfrentar seus algozes. Numa cena memorável, Cuchillo caminha pelas montanhas e emerge “do deserto”, onde os ângulos dão uma supra-dimensão ao mexicano, mas também mostra a grandeza do ambiente e a pequenez do ser humano. Duas dimensões que se imbricam, como a relação entre Cuchillo e Corbett, mas entre esses os caminhos a seguir são diferentes e ainda não conseguem se encontrar.




Elenco
Lee Van Cleef … Jonathan Corbett
Tomas Milian … Cuchillo Sanchez
Luisa Rivelli … Prostitute of Willow Creek City
Fernando Sancho… Capt. Segura
Nieves Navarro… The widow
Roberto Camardiel… Jellicol (as Robert Camardiel)
Tom Felleghy … Father of Chet Miller
Benito Stefanelli… Widow’s ranchero
Walter Barnes … Brokston
Gérard Herter … Baron von Schulenberg
Lanfranco Ceccarelli… Jack (as Lanfranco Ceccarelli)
María Granada … Rosita, Cuchillo’s wife
Nello Pazzafini … Outlaw
Spartaco Conversi… Under-gaoler
Romano Puppo … Widow’s ranchero




Ficha Técnica
Director:Sergio Sollima
Escritores:Sergio Donati, Sergio Sollima
Release Data:29 Novembro 1966 (Espanha)
Genero:Western

— 1 year ago
#Spaghetti Western  #Western  #LA RESA DEI CONTI  #Lee Van Cleef 
Enter the Ninja (1981, USA)

Enter the Ninja (1981, USA)

— 1 year ago
#Enter the Ninja (1981 USA)